terça-feira, 29 de março de 2011

UMA GOIANA EM MINHA VIDA

Não chega ser prova de existência em vidas passadas, mas Geovana agora insiste em dizer que já morou em Goiás. Basta ouvir o nome deste estado, na TV, ou na boca de alguém e ela solta a pérola:
_ Eu já morei lá...
Se alguém duvida, apela para autoridade maior:
_ Não é MÃE que eu já morei LÁ?
De onde ela descobriu que existe Goiás, ou que alguém possa morar lá, é um mistério para a eternidade, pois eu nunca conheci um goiano em toda a minha vida, quem dirá ela, aos 3 anos de idade.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Trabalho...

Um mês e uma semana, tempo suficiente para as primeiras impressões acerca do novo trabalho. Vou tentar resumir.

  1. Muito trabalho para organizar a representação, porque o meu objetivo é um órgão voltado para as necessidades da escola, que seja realmente suporte, mas que seja também proativo e contribua para melhoria real do sistema de ensino, com resultados passíveis de demonstração, naquilo que realmente importa: aprendizagem do aluno; 
  2. Uma grande dificuldade para montar equipe, até que se regularize a situação das escolas. NA minha cabeça, primeiro supre-se a escola, depois a REN;
  3. Muitos programas propostos pela SEDUC e pouco pessoal, pela tipologia da representação. Teremos três pessoas no pedagógico e toda semana sou solicitada a nomear coordenador de alguma coisa. Coitados!
  4. Fofocas. Toda semana aparece alguma. Vou acabar com isso colocando tudo o que for possível no mural: relação de servidores, com vínculo, carga horária e função, cargos em comissão e o que mais for preciso. 
  5. E quero dizer que, não importa em quem você votou. Isso não é ditadura. Eu votei e fiz campanha para o nosso governador, mas nem por isso vou fazer caça às bruxas e trocar gente que é super profissional, por gente que não faz o trabalho, só porque apoiou o governo. 
  6. Finalizando, para trabalhar comigo: seja louco por educação, trabalhe sem olhar no relógio e com seriedade e competência. Respeite as leis. 

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Rapidinhas (2)


  • Morreu Moacyr Scliar, escritor que eu gosto muito. Descobri depois que visitei dois blogs sobre literatura e leituras e falavam sobre ele. Fiquei triste. Um escritor quando morre, leva com ele muitos livros inéditos.
  • Encontrei uma pessoa raríssima e adorável online no msn. Sorte de domingo.
  • Encontrei em um compartimento esquecido da carteira: uns trocados e esse bilhete fofo que eu digitalizei.
  • Amanhã vai aparecer flamenguista de todo lado pra me zoar.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

NOTÍCIAS DO FRONT

Muito trabalho. Em breve farei relato das novidades.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

EXPLICANDO A RELAÇÃO ENTRE O CONSUMISMO E AS QUESTÕES AMBIENTAIS

Esse vídeo eu assisti lá no Rainhas do Lar. Vale muito a pena, tanto um quanto o outro.

domingo, 9 de janeiro de 2011

SOBRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL

O curso de Orientação Profissional, por razões que já expliquei antes, não atingiu plenamente as minhas expectativas, principalmente por inúmeros problemas com a conexão em rede da escola e o tempo disponível. Mas houve de tudo algum proveito, conforme texto produzido ao final do curso pela aluna Francelina da Rocha Machado.
"O curso me ajudou a entender quais são meus principais objetivos de vida e lembrar os meus melhores momentos na infância, adolescência e agora na fase adulta. Mostrou quais são meus principais sonhos e algumas das dificuldades que poderão atrapalhar meus objetivos. Isso foi muito bom pois nos possibilita clarear os nossos pensamentos e expor o que é realmente importante em nossas vidas visando também os benefícios e desafios que teremos que enfrentar a cada escolha tomada. A trilha nos leva a perceber também que a cada dia estamos somando escolhas  e que antes de fazer algo importante devemos analisar as chances de sucesso e fracasso e na profissão as melhores chances no mercado de trabalho."
Acredito que em 2011, com mais tempo e condições, possa ser melhor ainda. 

sábado, 8 de janeiro de 2011

QUANDO NÃO HÁ O QUE FALAR...

Todos esses dias eu quis escrever sobre o turbilhão de sentimentos provocados pela perda de um ente querido, mas o luto é uma dor que não permite palavras. O silêncio nos refaz aos poucos da ausência eterna de alguém especial que partiu. O vazio que fica é imenso, como imensa é a alma e a eternidade. Quando a morte nos rouba, percebemos o tamanho do nosso próprio espírito através de uma dor que atinge profundidade que nem imaginávamos que tivéssemos. Não há o que dizer, só há o tempo para que a vida se reconstrua.